Avisos e o Que Vai Mudar No Blog

Oioi gente!

Eu ando meio sumida. Parei com as tags e estou atrasada com as resenhas, mas é porque:

1° Meu celular faleceu na tarde de terça-feira (04/07), e antes disso ele estava travando muito.

2° Como a maioria dos meus livros são em formato digital, acabei atrasando minhas leituras e, consequentemente, as resenhas.

3° Todos os contos adiantados do “Amores e Outras Bobagens”, estava nas notas e não tenho backup, então vou reescrevê-los, no entanto, como vou entrar em semana de prova (do dia 10/07 até 21/07), provavelmente não terei tempo de reescrevê-los esse mês.

4° O Desafio Minimalista continua e eu postarei os relatórios atrasados assim que possível.

Sério gente, sinto muito mesmo. Meu celular faleceu justamente na semana que eu estava de TPM e até chorei. Foi patético e parecia com aquelas cenas de livro/filme, onde a mocinha está no fundo do poço, com o vestido de baile rasgado depois de tropeçar em uma poça de lama. O grande problema é que não tinha vestido de baile, nem poça de lama, eu estava chorando por uma coisa supérflua, o que me deixava ainda mais triste e decepcionada comigo mesma, e me fazia chorar mais.

Trágico!

Mas agora está tudo resolvido, comprei outro celular parcelado, para pagar durante umas duas vidas. Os posts voltarão normalmente, depois do dia 21/07 (por causa da minha semana de prova), e como eu estarei de férias, poderei colocar a leitura em dia e adiantar os contos perdidos de Amores e Outras Bobagens.

Agora vamos às mudanças:

1° Em agosto vou iniciar um passaporte literário e conto com a participação de vocês. Vou divulgar mais informações no final desse mês.

2° As resenhas serão postadas todos os domingos; tags e demais matérias nas quartas-feiras. Vou fazer um esforço para seguir esse cronograma a risca.

3° Também em agosto (provavelmente à partir do dia 20), vai ter início uma nova coluna, onde vou trazer e-mails relevantes e respondê-los no A&V. Então, é só me mandarem um e-mail que dependendo do conteúdo, montarei um post a respeito.

4° Estou amadurecendo a ideia de criar um canal literário. Meus amigos estão apoiando, mas estou com um pé atrás quanto a isso. Fiquem à vontade para me mandar suas opiniões.

Bem, é isso. Espero que compreendam e não fiquem chateados, mas é que as vezes conciliar a vida acadêmica, leitura atrasada e vida pessoal, é tão difícil que a cabeça trava e não consigo fazer tudo ao mesmo tempo.

 

[Editora Illuminare] Seletiva de Contos

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Oioi gente!

A Editora Illuminare está abrindo novas seletivas para contos:

📌 Livro: Buenos Aires – Contos de uma cidade que não dorme 
Temática: contos ambientados em pontos turísticos de Buenos Aires – Edição Especial Internacional – Bilíngue: português/espanhol

Organização Rô Mierling e Fernando Nunes

 

📌 Livro: Sete Pecados Capitais – Volume II
Temática: Contos sobre os 7 Pecados Capitais
​Organização Rô Mierling

 

📌 Livro: Policial à Brasileira
Temática: Contos policiais
Organização Tito Prates e Rô Mierling 


📌 Livro: Um Grito do Silêncio
Temática: Contos sobre violência contra a mulher
Organização Arca Literária

 

📌 Livro: Galáxias Ocultas
Temática: Contos de Ficção Científica
​Organização Rô Mierling

Vocês podem encontrar os editais dos livros clicando aqui.

E também, todos os autores selecionados para os livros acima, receberão menção na edição especial da revista Contos e Letras – edição física/imprensa – Bienal do Livro. Serão feitas uma tiragem de 2.000 exemplares dessa revista, que será distribuída gratuitamente nos corredores da Bienal.

[Resenha] Jackaby — William Ritter

Oioi gente!

Hoje venho trazer a resenha de um livro que está entre os meus queridinhos: Jackaby, que de uma forma bem estranha se tornou um dos meus crushs literários de 2016. Agora finalmente ele ganhará uma resenha aqui no A&V.

jackaby“Eu sou um homem de razão e da ciência. Acredito no que vejo e posso provar, e o que vejo geralmente é difícil para os outros compreenderem. Até onde eu descobri, tenho um dom ímpar. Isso me permite ver a verdade quando os outros só enxergam ilusão. E há muitas ilusões, muitas máscaras e fachadas. Como dizem, o mundo todo é um palco e parece que eu tenho a única poltrona da casa, com vista para os bastidores.”

Abigail Rook deixou sua família na Inglaterra para encontrar uma vida mais empolgante além dos limites de seu lar. Entre caminhos e descaminhos, no gelado janeiro de 1892 ela desembarca na cidade de New Fiddleham. Tudo o que precisa é de um emprego de verdade, então, sua busca a leva diretamente para Jackaby, o estranho detetive que afirma ser capaz de identificar o sobrenatural.
Contratada como assistente, em seu primeiro dia de trabalho Abigail se vê no meio de um caso emocionante: um serial killer está à solta na cidade. A polícia está convencida de que se trata de um vilão comum, contudo, para Jackaby, o assassino com certeza não é uma criatura humana.
Será que Abigail conseguirá acompanhar os passos desse homem tão excêntrico? Ela finalmente encontrou a aventura com a qual tanto sonhara.

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Editora: Única     ano: 2014     Páginas: 254     autor: William Ritter

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O livro começa com Abigail Rook desembarcando em New Fiddleham. É final de Janeiro de 1892 e a moça está em um lugar desconhecido, sem emprego e sem dinheiro.

Abigail, filha de pai antropólogo, sempre teve sede pela descoberta, no entanto, seu desejo de conhecer o novo foi sufocado por anos pelo pai. Até que movida pelo desejo de buscar aventuras, Abigail fugiu. Pegou o dinheiro destinado aos estudos e ingressou numa expedição com o anuncio de uma “Oportunidade Empolgante” em mãos. No fim o trabalho não tinha nada de empolgante, porém era tarde demais para voltar atrás.

Os meses seguintes poderiam ser descritos como uma “oportunidade empolgante”, somente se a definição de empolgante incluísse passar meses comendo as mesmas refeições sem gosto, dormindo em caminhas desconfortáveis e cavando, com pá, a terra rochosa, dia após dia, numa busca inútil.

Agora ali estava ela: em um lugar desconhecido e sem um centavo no bolso, mas obstinada o bastante para não voltar para casa.

A Srta Rook foi sem dúvida uma das personagens que mais gostei. Ela tem foco, gosta de fazer perguntas e não tem medo de arriscar. Imaginei-a muitas vezes como uma moça inocente e curiosa para alguns assuntos, porém determinada e segura em outros.

Precisando de emprego e em sua busca por aventura, ela não pensou duas vezes e respondeu ao anúncio de serviços investigativos encontrado. Jackaby, seu mais novo patrão, via o extraordinário, invadia cenas de crime, roubava provas de investigações e afirmava que criaturinhas moravam no casaco de Abigail. E de uma forma bem maluca, era o tipo de aventura que a Srta Rook vinha buscando.

Esse mundo está cheio de dragões. O que precisamos é de um pouco de gente que não seja orgulhosa demais para ouvir um peixe.

Embarcando em uma investigação arriscada, os dois partem em busca de um misterioso assassino que comete crimes brutais e que, pelo que afirma o detetive, não era humano.

A leitura é leve, narrada em primeira pessoa pela Abigail, com diálogos descontraídos por causa do sarcasmo e excentricidade de Jackaby. A dose sobrenatural é a grande chave do livro, com criaturas de diferentes culturas que enriqueceram a obra. Os personagens secundários também merecem seu lugar na resenha: O inspetor Marlowe é o principal alvo das investidas sarcásticas de Jackaby, e as cenas em que os dois se confrontam são muito, mas muito divertidas; e há o detetive Charlie Cane que tem papel fundamental no desenrolar dos fatos (e no meu coração ~CofCof).

Não vou mentir: comprei o livro pela capa. Ele estava na promoção e a capa com detalhes em verniz tinha que fazer parte da minha estante. Foi uma compra as cegas e sem nenhuma recomendação, mas não me arrependi nem um pouco.

Minha única ressalva é a forma de organização dos parágrafos. A forma de escrita do William Ritter me deixou um pouco confusa, com algumas falas juntas no mesmo parágrafo. Essa “bagunça” foi proposital, provavelmente para fugir dos padrões e se assemelhar à história. Não prejudica a leitura em si, no entanto, foi desconfortável.

Quanto à diagramação e o enredo, os dois estão sensacionais. A edição da Editora Única está maravilhosa, com folhas levemente amareladas e a capa envernizada, e a narrativa de Jackaby prende até a ultima página. Como primeiro romance do Ritter, só tenho a dizer que amei e aguardo ansiosamente a publicação dos outros volumes.

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Livros Para Dias Frios

Oioi gente!

Como está o clima na cidade de vocês? Onde moro está muito frio e o único jeito de sobreviver é tomando muito chocolate quente e ficando enroladinha debaixo do cobertor. Aproveitando esse clima gostoso para ficar na cama até tarde, vou indicar meus livros preferidos para enfrentar o frio:

1° Razão e Sensibilidade, Jane Austen

Submarino – Amazon

Todo mundo fala de Orgulho e Preconceito e eu nunca ouço falar de Razão e Sensibilidade, que é outro livro maravilhoso da Jane Austen. Tem até o filme na Netflix.

O livro foi o primeiro romance da autora, publicado em 1811, e retrata a vida de duas irmãs, Elinor e Marianne, com personalidades diferentes e que enfrentam vários obstáculos diante de uma sociedade injusta que só valoriza os que tem fortuna. Elinor é sensível e Marianne, insensata, agindo por impulso e deixando suas emoções dominarem suas atitudes.

É do livro Razão e Sensibilidade o famoso trecho que vive circulando nas redes sociais:

“Não é o tempo nem a oportunidade que determinam a intimidade, é só a disposição. Sete anos seriam insuficientes para algumas pessoas se conhecerem, e sete dias são mais que suficientes para outras.”

2° De Paris, Com Amor, Lino de Albergaria – Resenha

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Submarino – Saraiva

De Paris, Com Amor é sem dúvida um dos livros mais lindos que já tive a honra de ler. A obra é composta por cartas, inicialmente endereçadas a Paulo Sérgio por uma admiradora secreta, depois ele começa a respondê-las, embarcando em uma aventura entre postais, usando como fundo a cidade do amor, Paris.

“Paulo Sérgio, me diga, o que a gente poderia estar fazendo sobre esta ponte, lá em Paris?

Será que você é capaz de sonhar como eu?”

3° Pollyana, Eleanor H. Porter – Resenha

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Saraiva – Submarino

Pollyana é indicado para derreter o gelo no coração, porque não há quem resista ao charme dessa garotinha.

Após ficar órfã, Pollyana é enviada a casa da tia, a amargurada Polly Harrington, e acaba conquistando todas as pessoas ao seu redor, com carisma e a incrível brincadeira do contente.

“Veja, quando você está procurando coisas para ficar contente, você se esquece das outras coisas.”

4° Coroa de Ferro & Trono de Espinhos, Alana Gabriela

Coroa de ferro e Trono de espinhos

Amazon

Coroa de Ferro & Trono de Espinhos é um livro da Alana Gabriela, parceira do A&V. Ele foi atualmente aceito por uma editora e vai ganhar formato físico. Eu amo livros de fantasia, principalmente quando tem personagens femininas fortes, e esse tem os dois.

Então, se você curte tramas medievais eletrizantes, esse é o livro certo para ler enrolado no seu edredom.

Em Coroa de Ferro e Trono de Espinhos, a A Bela e a Fera, Édipo Rei e Aquiles se encontram num universo repleto de ação, segredos, mistérios e romance.”

5° Lembranças da Meia-Noite, Sidney Sheldon

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Saraiva Submarino

Lembranças da Meia-Noite é a continuação de O Outro Lado da Meia-Noite, mas eu não fazia ideia disso quando iniciei a leitura, por isso li esse primeiro. Não tive problema ao ler fora da ordem, dá para compreender do mesmo jeito. No entanto, se soubesse que tinha um livro antes desse, não perderia a oportunidade de ler.

O livro é maravilhoso, a trama é um suspense muito bem elaborado pelo mestre Sidney Sheldon e marcou a minha entrada nesse mundo lindo que são os livros do gênero.

Ele conta a história de Catherine, que foi salva por irmãs de um convento e não se lembra de absolutamente nada da sua antiga vida. Vivendo reclusa no convento desde o acidente, sua vida muda quando o misterioso Constantin Demiris aparece repentinamente.

Bem, é isso. Espero que vocês tenham gostado ❤

 

 

1° Semana Minimalista

Oioi gente!

Essa semana eu iniciei o desafio minimalista (clique aqui para conhecer o desafio) e vim humildemente trazer meu relatório sofrido para vocês.

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Meu Deus,  o primeiro dia foi terrível!

Eu não me considerava uma pessoa viciada em redes sociais, mas a segunda foi um dia atípico: tinha trabalho para apresentar e trabalho para combinar a apresentação, e como adolescente não consegue juntar e fazer nada direito, nós combinamos tudo pelo WhatsApp, cada um faz sua parte, junta tudo um dia antes e reza para dar certo.

O problema é que com as greves do início do ano a minha escola ficou uma bagunça nos dois primeiros bimestres, e os professores, apertados com os prazos, resolveram entupir os alunos com uma tonelada de trabalhos. E, adivinha só: TUDO na bendita segunda-feira que eu tinha que ficar off.

Sério, gente, foram cinco trabalhos (juntando os que eu já tinha) em um prazo muito curto para associar vida social e escola. Perder tempo só iria atrasar a minha vida.

Mas tudo bem, eu estava disposta a fazer o sacrifício. Depois da aula arrumei a casa, pus as tarefas em ordem, adiantei redação, daí olhei para as minhas anotações e lembrei do meu trabalho de português. O troço era enorme e eu tinha duas semanas para organizar tudo, e o meu grupo estava tão fora do radar, que eles nem sabiam o tema. Por isso entrei uma ou duas vezes no whats para mandar mensagens importantes sobre a escola. Me arrependo disso? Não, porque meu futuro estava em jogo drama básico, ignorem.

O resto do meu dia foi um vazio enorme. Fiquei estressada por não poder pegar meu celular para conferir minhas mensagens e e-mails, eu simplesmente não conseguia desligar, pegar um livro ou sair para dar uma volta sem pensar em todas as coisas que poderiam estar acontecendo enquanto estava off.

Nessa segunda reparei que minha vida depende mais do que eu gostaria de admitir das redes sociais. É impossível ficar “off”. É lá que eu converso com os meus pais e com os meus amigos, é basicamente onde a minha vida fica em ordem.

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Depois de uma segunda-feira terrível eu bem que estava precisando meditar. Aproveitei o tempo que meu irmão estava dormindo, subi no terraço, coloquei um colchãozinho no chão e limpei a mente.

A gente só repara que precisa desses momentos quando o faz. Sempre achei que não conseguiria ficar alguns minutos parada, sem correr de um lado para o outro tentando resolver todos os problemas do mundo. E não é que consegui?

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Não achei que esse seria tão difícil, mas foi pior. Eu tinha tanta tralha digital entocada no computador e no celular que foi um milagre ter conseguido terminar em apenas um dia. Em um determinado momento eu estava apagando sem nem mesmo ler o que tinha dentro.

Como escritora e blogueira, tenho pastas para todos os tipos de coisas: imagens e frases para o blog/Instagram e diversos words com histórias em andamento ou ideias para histórias futuras. E ainda tem as pastas da escola, e só para vocês terem noção, tinha arquivos de trabalhos escolares de 2012.

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Passar o dia sem reclamar é algo que a minha mãe foi cultivando aos poucos comigo e com os meus irmãos, ela sempre fez questão de nos ensinar a agradecer pelas coisas que temos e tentar resolver as adversidades com calma. Por isso esse foi o dia mais tranquilo e normal de todos.

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1° Minha família.

Eles são a base de tudo na minha vida e tudo que eu mais amo. E isso inclui meus dois gatos e a minha cachorra.

2° Amigos.

Aqueles que estão sempre ao meu lado e que embarcam nas minhas ideias malucas. É bom você olhar para o lado e ver que tem amigos que te acompanharam a vida toda, nos momentos bons e ruins.

3° Felicidade.

Sempre procuro motivos para ficar contente. É horrível só pensar no lado negativo das coisas, então uma das maiores prioridades da minha vida é ser feliz ao máximo, porque nunca sabemos como será o amanhã.

 

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O 6° dia caiu em um sábado depois de uma semana exaustiva. Não preciso nem comentar que o ritual relaxante foi para o brejo, né? Para começar, acordei às 8h com o celular tocando. Poxa, eu tinha colocado para despertar às 8h30min, a pessoa não podia esperar 30 míseros minutos para me importunar?

Acordar mal-humorada, confere.

O ser humano abençoado era a minha amiga, perguntando a que horas eu iria dar as caras na escola para ajudar com a arrumação da festa junina. Opa, quê? Pois é, gente, eu teria que voar para a escola, em um sábado (um dos únicos que não eram letivos) para ajudar na arrumação da festa junina. Ok, ok.

Daí, enquanto corria de um lado para o outro, lavando vasilha, arrumando a mesa do café e acordando meus irmãos para fazerem algo produtivo, meu celular despertou me lembrando do “ritual matinal”. Quis jogar ele na parede. A manhã relaxante que imaginei antes de dormir tinha batido asas para bem longe.

Como vocês podem ver, não deu certo, não teve ritual matinal e fui obrigada a passar o dia na escola, arrumando e tirando fotos dos outros. Ah, que final de semana!

Embora tenha começado de uma forma bem trágica, não me arrependo. Passei o sábado com meus amigos, rindo de coisas idiotas e sendo perseguida por uma garotinha de dois anos (história a ser abafada).

7

Eu já tenho uma lista de leitura que está até bem organizada por sinal (a única coisa na minha vida que mantenho em ordem). O grande X da questão é conseguir conciliá-la com os afazeres da escola.

Costumo usar um esquema com quatro tópicos que montei no computador e que imprimo todo o mês para me organizar: leituras do mês, livros recebidos de parceiros, livros que quero comprar e um espacinho para algumas anotações. Depois, na minha agenda, acrescento datas e metas diárias, por isso, na maioria das vezes, leio dois livros de uma vez e faço resumos para não me perder.

Vou deixar meu guia de leitura em PDF para quem quiser baixar e se organizar: guia de leitura.

Novo(a) CorelDRAW X7 Graphic

Espero que vocês tenham gostado da minha primeira e trágica semana do desafio minimalista. Foi uma experiência muito divertida e quem tiver a oportunidade, participa também ❤