[Resenha] Capitães da Areia — Jorge Amado

Oioi gente!

Faz um tempinho que quero trazer essa resenha para vocês. Capitães da Areia foi um livro que me fez refletir bastante e é ótimo quando o assunto é maioridade penal.

Não é de hoje que temos inúmeras crianças morando nas ruas. Quando vocês passam por elas, o que fazem? Simplesmente viram o rosto e fingem que não viram? Bom, convido todos a ler esse clássico maravilhoso e rever seus conceitos.

capitaes-de-areia-jorge-amado-729x1024 Esta obra narra a história da vida urbana de meninos pobres e infratores que moram num trapiche abandonado no areal do cais de Salvador, vivendo à margem das convenções sociais. O livro vai revelando os personagens, cada um deles com suas carências e suas ambições – do líder Pedro Bala ao religioso Pirulito, do ressentido e cruel Sem-Pernas ao aprendiz de cafetão Gato, do sensato Professor ao rústico sertanejo Volta Seca.

 

 

Editora: Companhia das Letras     Páginas: 281     Ano: 2009     Autor: Jorge Amado

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O livro conta a história de um grupo de crianças órfãs ou que fugiram de casa porque morar nas ruas era uma opção bem melhor do que conviver com a “família”. Vejam bem, Capitães da Areia foi lançado em 1937 e sua história se aplica muito bem aos dias atuais. Naquela época a obra foi censurada, tendo livros queimados em praça pública. Já nos dias atuais, o assunto polêmico deixa um rastro de destruição por onde passa. Jovens injustiçados ou criminosos que escolheram essa vida obscura? O século mudou, mas a mentalidade nem tanto.

Esse grupo de crianças conhecidas como Capitães da Areia, moram num trapiche, na cidade de Salvador, e sobrevivem por meio de furtos e assaltos. O livro começa com uma matéria publicada por um jornal local, que descreve um roubo efetuado por essas crianças. O jornal exige uma providência, jogando a batata quente para cima da policia e do juizado de menores. Afinal, de quem é a responsabilidade?

Nesse mundo impiedoso que são as ruas de Salvador, esses meninos, liderados por Pedro Bala, lutam para sobreviver.

Este foi o primeiro livro que li do Jorge Amado e nenhum adjetivo seria suficiente para descrever o quanto amei a escrita do autor. Ele não poupou palavras, descreveu claramente como é viver nas ruas. São meninos abandonados que não tiveram nenhuma oportunidade de mostrar o seu melhor. Crianças que viraram homens e mulheres muito cedo, não receberam amor nem carinho.

O que ele queria era felicidade, era alegria, era fugir de toda aquela miséria, de toda aquela desgraça que os cercava e os estrangulava. Havia, é verdade, a grande liberdade das ruas. Mas havia também o abandono de qualquer carinho, a falta de todas as palavras boas.

[…]

Queria alegria, uma mão que o acarinhasse, alguém que com muito amor o fizesse esquecer o defeito físico e os muitos anos (talvez tivessem sido apenas meses ou semanas, mas para ele seriam sempre longos anos) que vivera sozinho nas ruas da cidade, hostilizado pelos homens que passavam, empurrado pelos guardas, surrado pelos moleques maiores. Nunca tivera família. Vivera na casa de um padeiro a quem chamava meu padrinho e que o surrava. Fugiu logo que pôde compreender que a fuga o libertaria. Sofreu fome, um dia levaram-no preso. Ele quer um carinho, uma mão que passe sobre os seus olhos e faça com que ele possa se esquecer daquela noite na cadeia, quando os soldados bêbados o fizeram correr com sua perna coxa em volta de uma saleta.
Em cada canto estava um com uma borracha comprida. As marcas que ficaram nas suas costas desapareceram. Mas de dentro dele nunca desapareceu a dor daquela
hora. Corria na saleta como um animal perseguido por outros mais fortes. A perna coxa se recusava a ajudá-lo. E a borracha zunia nas suas costas quando o cansaço o fazia parar.
A princípio chorou muito, depois, não sabe como, as lágrimas secaram. Certa
hora não resistiu mais, abateu-se no chão. Sangrava.

A parte acima é o relato do Sem-Perna, um dos Capitães da Areia. Não pude deixar de citá-lo. É difícil escolher uma parte do livro que mais mexeu comigo, porém essa é uma que me fez refletir bastante sobre as providências tomadas para punir os jovens infratores.

Agressão nunca é a solução. Crianças abandonadas aprendem a lidar com isso, tornam-se imunes (ou pelo menos mostram ser) aos maus-tratos sofridos. É o amor que salva vidas. É enxergá-los como gente.

A obra de Jorge Amado desperta um turbilhão de sentimentos em quem o lê. Não dá para ficar indiferente quando tem os fatos jogados de forma tão crua.

O autor criou personagens impactantes e que trazem uma verossimilidade aos dias atuais.

Em Capitães da Areia temos Pedro Bala, o líder destemido do grupo; Sem-Pernas, que carrega uma amargura em seu coração, usando o sarcasmo para esconder sua necessidade de ter alguém que o ame e lhe faça esquecer tudo que sofreu nas ruas; Professor, o garoto que busca refúgio nos livros e em seus desenhos, e que sonha em um dia se tornar um artista; Gato, buscando conforto em prostitutas; Pirulito, que encontrou forças na religião e se apega a ela para um dia conseguir se tornar alguém melhor; João Grande, que embarcou no grupo com apenas nove anos e que conquistou lugar na liderança por ser destemido e ter um bom coração; e Dora, uma menina que se junta aos Capitães da Areia após perder a mãe que contraiu varíola. A princípio os garotos sentem desejo por Dora, mas depois a vêem como uma mãezinha, que lhes conta histórias e lhes dá amor. Além, é claro, de outros personagens que tiveram papéis importantíssimos na construção da obra. Como, por exemplo, o Padre José Pedro, que os confortava e tentava ajudá-los da melhor forma que podia, cuidando dos meninos quando ficavam doentes e levando as palavras reconfortantes de Deus.

Capitães da Areia nos faz sair de nossa zona de conforto, os relatos são tristes e sôfregos. Afinal, é a rua e são crianças lutando para se descobrir e sobreviver. São homens e mulheres que perderam a infância.

Esse foi um livro que me ajudou de inúmeras formas a formar uma opinião sobre o assunto dos jovens infratores. Não se trata só daquele grupo que cometiam crimes para sobreviver. É uma crítica social a todas as crianças que vivem nas ruas. A todos os jovens que excluímos da sociedade. É uma crítica a nós mesmo.

É hora de rever nossos conceitos, de parar de jogar a poeira para debaixo do tapete e fingir que a casa não está suja.

Espero que tenham gostado da resenha e que leiam esse livro maravilhoso. E depois repensem em suas atitudes. Será que não temos alguma responsabilidade pela criminalização de tantas crianças?

~Duda Almeida

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[Parceria] André Souto

Oi gente!

Essa semana, felizmente, o blog fechou várias parcerias e hoje venho divulgar outro autor nacional, o André Souto, que é oficialmente parceiro do Aspas & Vírgula.

Seja muito bem-vindo, André!

E para vocês leitores, como é de praxe, deixarei um pouquinho sobre o autor e sua obra.

dscn5029Ninguém nasce escritor, aos poucos, o desejo de preencher as lacunas foi se delineando impulsionado por uma vontade de contar estórias sob uma ótica brasileira, entendendo que também outras pessoas gostariam de reconhecer-se em nossas ruas e modos típicos.

André Souto terminou seu primeiro livro antes dos vinte, mas não tem interesse em publicá-lo, escreveu uma peça de teatro, Ventre Nosso, que foi produzida e dirigida por Wellington Dias. Redigiu contos e roteirizou um deles para um curta-metragem. E seu livro, Ossos do Clima, ganhou forma a partir do momento que o autor se sentiu pronto para retomar sua essência romancista.

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Sobre o livro: 

Ossos do Clima

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O misterioso desaparecimento de um renomado cientista, um incêndio criminoso, um roubo que deu errado e as mortes inexplicáveis de diferentes pesquisadores ao redor do mundo.
Aparentemente nenhum desses fatos está relacionado, mas com o desenrolar da história fica evidente cada pequena conexão. Algumas nem tão pequenas assim.
Entre inúmeras perguntas sem respostas e enigmas que parecem insolúveis acontece, em Brasília, a Cúpula Mundial do Clima, pano de fundo para tramas políticas que podem mexer com algumas das mais íntimas certezas dos protagonistas da trama, assassinatos e uma caçada pelas pessoas que podem mudar a nova ordem mundial.
Junte-se a Alice Gianne e Amilton Vidal para tentar desvendar esse mistério e entender quais são os Ossos do Clima.

E aí, ficaram interessados? Adquira o seu agora. A pré-venda vai até o dia 31 de Janeiro, então é melhor correr para não perder essa oportunidade maravilhosa. Eu já tive a oportunidade de ler um pedacinho da obra e estou apaixonada, posso garantir que não vão se arrepender.

Editora Arwen – Blog – Skoob

E para os curiosos de plantão, logo logo sai a resenha.

~Duda Almeida

Todo mundo gosta, menos eu

Oioi gente! Como vocês estão? Espero que bem.

Eu ando bem sumida, mas é só a correria de início de ano.

Antes de começar o post de hoje, vim comunicar a vocês que COMECEI A FAZER CAMINHADA! Primeira meta do ano está no rumo de ser cumprida, falta só eu fazer todos os dias, pelo resto da minha vida e até que a morte nos separe.

Para o post de hoje a proposta é citar os livros que todo mundo gosta, menos eu. E quando se trata de livros eu sou um horror.

1º A Maldição do Tigre, Colleen Houck.

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Sei que muita gente amou os livros e eu tenho até que dar um crédito e falar que a proposta é muito boa, mas foi a protagonista que me fez desisti da saga que estava fazendo o maior sucesso. A Kelsey é muito chata, pelo amor de Deus.

2° Fallen, Lauren Kate.

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Não lembro se já cheguei a mencionar no blog e se não vou falar agora mesmo. Se tem um livro que eu odiei com todas as minha forças foi, sem dúvida alguma, Fallen. Existe certo limite que um personagem sem sal pode chegar e a Lucy ultrapassou todos eles com maestria.

Depositei tantas expectativas em Fallen que a decepção foi muito grande. A personalidade dos personagens foi muito mal construída e a protagonista é aquela garota sem sal que você se pergunta a todo o momento porque raios alguém gosta dela.

3° Cinquenta Tons de Cinza, E. L. James

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Se tratando de personagens sem sal, o segundo lugar do ranking iria para Anastasia. Lembra do limite? Ela ultrapassou em alta velocidade e sem freio. Vejam bem, não estou dizendo que o livro é ruim (MENTIRA, TÔ DIZENDO SIM), até porque eu nem cheguei a terminar a leitura.

Vamos combinar uma coisa? Cinquenta tons é irritante. Caramba, quando o Sr Grey mandou a Ana comer eu quase entrei no livro e matei ele engasgado. Eu hein, homem maluco. Alguém me explica qual o problema daquele cara? E por que a Anastasia não mandava ele pra puta que pariu? Infelizmente eu não tenho a resposta para essas perguntas. Na metade do livro eu vi que para o bem da minha sanidade mental, era melhor eu abandonar a leitura.

4° O Lado Bom da Vida, Matthew Quick.

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NÃO ME ODEIEM!

Eu li tantos cometários positivos e decidi arriscar. Mas o livro é muito muito muito chato. Não sei explicar, a química não bateu.

5° A Culpa é das Estrelas, John Green.

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Os únicos livros que li do John Green foram esse e Teorema Katherine. Entre os dois (levando em conta que eu não gostei muito de nenhum dos dois), A Culpa é das Estrelas foi uma leitura excessivamente chata e massante. Em parte porque eu já sabia o final, mas mesmo assim não sou muito chegada à escrita do John Green. Como foi um livro que caiu no gosto de muita gente e até virou filme, admito que acabou me decepcionando bastante.

E eu gosto bem mais do filme do que do livro ~Cof Cof…

Enfim, espero mesmo que vocês não estejam me odiando. Livro é questão de gosto e se vocês gostaram de algum dos citados acima, por favor, não se sintam ofendidos ou me odeiem por isso.

É isso, espero que tenham gostado e sintam-se a vontade para compartilhar comigo nos comentários os livros que todo mundo gosta, menos vocês.

~Duda Almeida

[Parceria] Mary Oliveira

Boa tarde gente!

Hoje vim trazer para vocês uma noticia maravilhosa: o blog fechou parceria com a autora Mary Oliveira!

Seja muito bem-vinda ao Aspas & Vírgula, Mary!

E para vocês, meus caros leitores, deixo um pouquinho sobre essa autora maravilhosa e suas obras.

novoa-coreldraw-x7-graphic Mary Oliveira é uma jovem escritora brasileira, nasceu na década de noventa, no interior do Maranhão, mas mora há onze anos na capital do Pará. Amante de livros, música, chocolate e viagens, ela escreve porque ama. Seu caminho na escrita começou a ser trilhado em 2013 quando, após descobrir o mundo dos livros e das fanfics, decidiu que também poderia tentar criar estórias e personagens pelos quais também pudesse se apaixonar. O que era para ser apenas um hobbie ganhou proporções bem maiores quando recebeu o primeiro convite para publicação de um livro, depois conheceu a plataforma de publicação independente da amazon e não parou mais.

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Sobre os livros:

Encontros Lascivos

capa-encontros-lascivos“Ao ganhar uma bolsa de intercâmbio e viajar para outro país, Tracy esperava ter novas experiências, conhecer novas pessoas e fazer seu tão sonhado estágio em uma instituição reconhecida mundialmente, encontrar uma figura inesquecível de seu passado a surpreendeu tanto quanto a preocupou, ela não acreditava ser capaz de resistir a velhos jogos e aquele homem ficou impregnado em seu corpo, sua mente, por tempo demais para ser ignorado agora.

Logan sempre foi inclinado a quebrar uma ou outra regra, contudo, ao encontrar a mulher que virou sua cabeça do avesso anos atrás, sua inclinação foi substituída por uma necessidade de quebrar toda e qualquer regra que o impedisse de tê-la novamente.

Desta vez eles não possuíam apenas uma noite, as perspectivas e consequências não seriam as mesmas, afinal, agora as jogadas eram feitas pelo destino. Resistir não era uma opção.”

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Italiano Espanhol (Duologia Blame – Livro Um)

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“Ela é uma CEO norte americana determinada a conseguir um contrato com um grupo multinacional, vive para sua empresa, instituições de caridade e sua filha adotiva. Não há espaço para uma companhia masculina em sua vida – Não enquanto o passado a perturbar sempre que um homem se aproxima.

Ele é um CEO italiano (e espanhol!) encarregado de tomar o posto de seu pai para administrar o império da família, disposto a – nesta fase de sua vida – não decepcionar seu pai, descobre que o destino pode lhe pregar peças irresistíveis. Se envolver com alguém que só deveria estar em sua vida profissionalmente era um erro, e insistir com uma mulher que claramente não queria sua aproximação (ainda que obviamente se sentisse tão atraída quanto ele), era outro pior.

Para ele, resistir não será fácil, se afastar menos ainda.

Para ela, se dar uma chance de tentar de novo parece impossível, aceitá-lo como essa chance ainda mais.

Quando a batalha é travada entre a mente, o corpo e o coração, o resultado pode ser devastador.”

Adquira o livro físico na pré-venda até o dia 06/02.

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Italiano Espanhol (Duologia Blame – Livro Dois)

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“Guilhermo nunca imaginou que sua vida, e regras, poderiam mudar tanto. Após abdicar de seu título de playboy espanhol, ele se vê louco pela americana intrépida e única responsável por sua iniciativa de tentar um relacionamento diferente dos quais estava acostumado. E, quando o passado dela decide assombrá-la, ele não mede esforços para proteger a mulher que agora é completamente sua.

A vida de Evangeline não poderia ter dado uma volta maior do que aquela. Ela finalmente realizou o sonho de fechar um contrato com uma empresa multinacional, conheceu um homem bonito e charmoso — com o qual mantém um relacionamento invejável — está mais feliz do que esteve nos últimos sete anos.

Contudo, nem tudo são flores e, com as mudanças, lembranças e um passado não esquecido voltam a perturbá-la. Com a ajuda de seu melhor amigo David, todos os segredos que vêm a atormentando há tanto tempo serão desenterrados. E o pior de tudo, agora sua família também está envolvida.”

Adquira o livro físico na pré-venda até o dia 06/02.

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Em breve outros lançamentos da autora serão divulgados aqui no blog.

Aguarde a resenha dos livros aqui no blog!

~Duda Almeida

O que fazer quando estiver deprimido

Há momentos que nos sentimos péssimos. Nada é suficiente, nada nos satisfaz.É comum isso acontecer, afinal somos humanos e nada é permanente.Mas as vezes esse sentimento de vazio, de descontamento dura mais do que deveria. Você tenta ler seu livro favorito, mas não adianta. Tenta começar uma leitura nova, mas ela não flui. Tenta preencher o silencio com conversas aleatórias, porém perde o entusiasmo segundos depois.

Se você estiver em um estado de entorpecimento, naquele momento que nada e ninguém consegue te agradar, eis meu conselho:

 1- Dance como se fosse seu último dia.

Coloque sua musica favorita. Aumente no ultimo volume e dance com vontade. Feche os olhos e se mexa de acordo com seus sentimentos.

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2- Grite.

Grite, não importa se for dentro do seu quarto ou contra o travesseiro. Apenas solte sua voz, não importa se for de forma escandalosa. Apenas libere o que está dentro de você.

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3- Cante alto.

Coloque play em todas suas músicas. As cante de forma exagerada, não se prenda. Cante alto as partes agudas, faça o som dos acordes, imite as vozes.

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4- Se estiver se sentindo fora de órbita, bata palmas.

Quando estiver se sentindo flutuando, como se não pertencesse a esse mundo, ou ao seu corpo, bata palmas e se concentre no som que elas reproduzem.

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5- Escute Beyoncé.

Todos nós sabemos que essa mulher é fabulosa. Suas musicas nos faz se sentir poderosos, sua voz nos transposta para outro lugar. Se você estiver se sentido para baixo, coloque uma musica dela, e deixe a letra se infiltrar em você.

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6- Assista um filme de suspense.

Quando as coisas não estiverem bem, e sua cabeça parecer que irá explodir, compre um salgadinho (ou faça pipoca) e coloque um filme de suspense. Durante o filme, você vai se desligar por alguns instantes para se focar nas cenas que se passa em sua frente.

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7- Tome banho de chuva.

Quando você estiver saindo de casa, ou chegando e começar a chover, não se esconda. A deixe cair, é uma sensação maravilhosa. E se tiver a oportunidade, olhe para o céu e verá o quão lindo é os pingos caindo. Seus olhos irão arder, claro, mas valerá a pena. Por que quando estiver em casa, no conforto do seu lar, você se lembrará do que sentiu quando estava lá fora, no meio da tempestade. É um evento extraordinário.

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Lembre-se, é apenas um momento, não dura para sempre. Apenas se deixe levar. É um ciclo, num dia estamos bem, no outro nem tanto.

Helena, Natasha.